Sakura in Kyoto to “bullets” in Tokyo

Since our time was short, we wanted to explore as much as possible. We caught the train from Osaka to Kyoto, where the city is famous for its cherry blossoms. The cherry blossoms bloom with such beauty intensity one time a year, which was the same time we were there! How lucky of us!

Soon as we arrived in Kyoto we took a bus to the Path of Philosophy, a beautiful road filled with breathtaking cherry blossoms’ trees and people enjoying the beauty of the nature. There were many temples and shrines surrounding it as well, which made the path even more peaceful.

It was hard to walk around, take trains, get lost, with a backpack and under the rain. The weather was bad, and we struggled through the cold and the wet. Nevertheless, nothing took the beauty and excitement of being there. We ate at a typical Japanese restaurant where we sit on the floor, and ate “things” that I still do not know what they were — delicious!

We went inside a temple, where the view looked like it was taken from a fairy tale, with its vivid nature’s colors. There were many tourists all over Kyoto, especially because of the “sakura” (cherry blossoms), and the festival dedicated to them.

Our clock was ticking, and we took off to the train station where we would experience the ultimate feeling of traveling in Japan’s bullet train. The train was so fast, it almost looked like an airplane. It was very comfortable and cozy. Since we couldn’t understand what was written on the train station’s screens, instead of taking the train that would take around 2 hours to get to Tokyo, it took us 4 hours, and we had to ask a couple of people to figure out if we were on the right train. Oh well, it doesn’t matter how we get there, as long as we do, right?

We finally arrived in Tokyo! It is so fun to travel around a foreign country and meet with fellow Semester at Sea students that are just wondering around as well! We saw some friends at the train station, that were “homeless” and cold just like we were.

We arrived in Shinjuku, a very famous and fun neighborhood in Tokyo. Finding a place to sleep was hard, especially when we had no idea where the hotels were. The capsule hotels (beds that look like drawers) were all full. Some hotels were really expansive too, just like everything else in Japan, especially in Tokyo.

After eating more sushi, and walking around exploring the neighborhood, we were able to find a place to sleep, and get ready to wake up early the next day to explore our last day in Tokyo.

Cerejeiras em Kyoto para “balas” em Tokyo

Já que o nosso tempo era curto, queríamos explorar o máximo possível. Pegamos o trem de Osaka para Kyoto, onde a cidade é famosa por suas flores de cerejeira. As flores afloram com uma beleza intensa uma vez no ano, que coincidiu a mesma época que íamos estar lá! Que sorte!

Logo quando chegamos em Kyoto, pegamos um ônibus para O Caminho do Filósofo, um caminho magnifico cheio que flores de cerejeira e árvores onde as pessoas simplesmente apreciam a beleza da natureza. Também havia muito templos e santuários ao redor, o que fez o caminho mais pacífico ainda.

Foi um pouco difícil para andar, pegar trens, se perder com uma mochila debaixo de chuva. O tempo estava ruim, e nós lutamos contra o frio e o molhado. Contudo, nada tirou a beleza e a excitação por estar ali naquele momento. Comemos em um restaurante típico Japonês onde sentamos no chão, e comemos “coisas” que até hoje não sabemos claramente o que foi — delicioso!

Entramos em um templo, onde a vista parecia ter sido tirada de um conto de fadas com suas cores vivas e naturais. Tinha muitos turistas ao redor de Kyoto, especialmente por conta da “sakura” (cerejeiras), e o festival dedicado a elas.

O nosso relógio continuava passando, então fomos para e estação do trem onde íamos experimentar a melhor sensação de viajar no trem-bala do Japão. O trem era tão rápido que parecia um avião. Era bem confortável e aconchegante. Já que não entendíamos o que estava escrito nas telas dos trens, pegamos um trem que demorou 4 horas para chegar em Tokyo ao invés de 2, e tivemos que perguntar algumas pessoas se realmente estávamos no trem certo. Enfim…não importa como chegamos, mas se chegamos, né?

Finalmente chegamos em Tokyo! ´E muito divertido viajar em um país estrangeiro e encontrar com amigos do Semestre no Mar que estão perdidos por aí como nós! Vimos uns amigos na estação do trem, que estavam “sem casa” e congelando que nem nós.

Chegamos em Shinjuku, um bairro famoso e divertido em Tokyo. Encontrar um lugar para dormir foi difícil, principalmente porque não tínhamos nem ideia onde os hotéis estavam. Os hotéis cápsulas (camas que parecem com gavetas) estavam cheias. Alguns hotéis também eram bem caros, assim como tudo no Japão, principalmente em Tokyo.

Depois de comer mais sushi, ter explorado o bairro, conseguimos um lugar para dormir, e aprontar para o nosso último dia em Tokyo.

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Backpacking in Japan/ Mochilão no Japão

I only had 5 days to spend in Japan – and I had to make the most out of it. Besides being the last port I would get to travel with loved ones from the ship, Japan was a country I always wanted to explore.

It didn’t take much to make Japan one of my favorite countries from this whole trip — a backpack, a sweater, an umbrella, money to eat and sleep, maps of the cities, maps of train times, great company, sense of humor and a “cheat sheet” of some Japanese words; and we were ready to hit the road.

The ship docked in Kobe, and since I ended up in Osaka, we decided to spend the night there. Osaka is known to be the “youth” city filled with lights and night life.

Since my main focus in Japan was to eat, we started off eating Kobe beef. After walking around and exploring the city, we stopped again to eat sushi. I lost count of how many sushi places I stopped by, but until this day I have not eaten anything better than the shrimp and the salmon I ate throughout Japan. So expansive though! Japan was the most expansive country (maybe it was because I could not help myself every time I would see a good sushi restaurant).

It was a very interesting experience trying to communicate. Japanese people are very intelligent and educated, and although many of them pretty much understood or spoke some English, some of them were afraid to speak much. Nevertheless, the best times were trying to read a menu written just in Japanese or trying to communicate with the waitress that knew no English. I have to say our cheat sheet was a hero.

I was impressed of how many people I asked for help on the train stations that would not just help me giving directions, but would walk with me to get there. I met some very nice people getting lost on all those train lines and colors on the map.

We saw Osaka from a fair wheel , walked around town, ended up in Namba, where all the action happens at night and made the best out of it. My first day in Japan was a blast, and since we did not have much time, Kyoto andTokyo were waiting for us the next morning.

Mochilão no Japão

Eu só tinha 5 dias para explorar o Japão – e tinha que fazer o melhor desses dias. Além daquele ser o último porto que eu viajaria com os meus amados do navio, Japão era um pais que eu sempre quis viajar.

Não precisei de muito para fazer com que o Japão se tornasse um dos meus paises favoritos de toda a viagem — uma mochila, um casaco, um guarda-chuva, dinheiro para comer e dormir, mapas das cidades e dos trens, uma boa companhia, senso de humor, uma folhinha com palavras em Japonês; e estávamos prontos para seguir o caminho.

O navio parou em Kobe, e já que eu já tinha parado em Osaka, planejamos passar a noite lá. Osaka é conhecida como uma cidade “jovem” repleta de luzes e vida da noitada.

Já que o foco principal no Japão era comer, começamos a comer Kobe beef. Depois de ter andado explorando a cidade, paramos novamente e comemos sushi. Eu perdi a conta de quantos restaurantes de sushi eu parei, em compensação, até hoje não comi um camarão um salmão melhor do que o do Japão. Mas, muito caro! Japão foi o pais mais caro para viajar (talvez por eu não ter conseguido parar a boca todo restaurante de sushi que eu visse).

Foi uma experiência interessante ao tentar me comunicar. Os Japoneses são muito inteligentes e educados, e mesmo que a maioria deles entendessem ou falassem um pouco de Inglês, muitos tinham medo de praticar a língua. Mesmo assim, os melhores momentos eram quando tentávamos pedir algo no menu que estava todo em Japonês ou tentando conversar com a garçonete que não falava nada de Inglês. Tenho que admitir que o papelzinho com as palavras em Japonês foi o herói.

Fiquei impressionada com a quantidade de pessoas que pedimos ajuda nas estações de trem que não tentavam ajudar somente dando direções, mas andavam com a gente até chegar no lugar certo. Eu conheci pessoas maravilhosas enquanto me perdia nas cores e linhas dos trens no mapa.

Vimos Osaka de uma roda gigante, andamos pela cidade, acabamos em Namba, onde toda a ação na noite acontece, e fizemos daquela experiência o melhor que podíamos. Meu primeiro dia no Japão foi maravilhoso, e já que não tinha muito tempo a perder, Kyoto e Tokyo me esperavam no dia seguinte.

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Consulate in Japan and changes in plans

JAPAN! The ship arrived in Kobe, and I already had chills inside the ship – it was so cold!

I had mixed feelings before arriving there. Firstly, it was the last port I would get to travel around. My lifetime adventure on the ship was coming to an end, and the more I tried to tell myself that, I was still in denial. So, the best I could do was enjoy the people and the places I had left. And come on..I was in Japan!

I had a field trip to attend for my Political Science class the morning we arrived. I went to Osaka’s American consulate. We got to hear them talk about the relations between Japan and the United States and understand about their job positions and what they do as far as a consulate.
I learned a lot from them, especially because I was always very interested in the whole international relations subject.

Some people say there are certain things that happen to you, that can change your life forever, or decisions you make that takes you to that exact road your are heading –That day at the consulate I changed my whole life in my mind and my heart.

Since I was a little girl, I said I would major in International Relations, although I did not even know what that meant. As time went by, I enjoyed the communications program, and that is what I decided to lead to in college. When arriving at Chaminade, I thought I had my whole life planned out: Major in communications, graduate a semester early, go to grad school, get a job in a big TV station, and boom — that’s what I wanted; or thought I wanted.

That day at the consulate I left with totally different plans. First, I thought about the whole graduating early “thing.” Why? After the ship, I realized I should take my time and enjoy everything. Why leave Hawaii so soon? Why not take my time, graduate with my friends, decide what I really want to do? The world is scary out there, and I need to be prepared. One plan crossed off my list. I wanted to take as much time as I could in college.

Communications? I love that field, but now I did not see my whole life working in a TV station like I did before. I want to become a diplomate! I want to become a powerful woman, make changes, and make a difference. Not just that…I want to do that in my own country, Brazil.

What? What happened with grad school? Well..I will not have too much time in my hands studying for the diplomacy test that will take me a few years to pass.

In a matter of few hours, my life did a 360 (not only around the world on a ship), but in my own head. I left the consulate with a big smile on my face. I think that is how you’re supposed to feel when you find yourself. Or at least a little piece of yourself. It feels good.

Hello, Japan! New Suse in the house!

Consulado no Japao e mudanca de planos

JAPÅO! O navio chegou em Kobe, e eu ja estava tremendo dentro do navio – estava muito frio la fora!

Eu estava com os meus sentimentos confusos enquanto chegava. Primeiramente, era o ultimo porto que eu ia poder sair por ai viajando. Minha aventura para a vida inteira dentro daquele navio estava chegando ao fim, e por mais que eu tentasse dizer isso a mim mesma, eu estava tentando fugir. Entao, o melhor que fiz foi curtir o melhor possivel as pessoas e o pais que ainda me restava. E aqui pra nos..eu estava no Japao!

Eu tinha um trabalho para ir para a minha aula de Ciencias Politicas naquela propia manha. Fui ao consulado Americano em Osaka. Tivemos a oportunidade de ouvir eles falarem sobre a relacao entre o Japao e os Estados Unidos e entender a posicao de cada um e o que eles fazem dentro do consulado.
Eu aprendi muito, especialmente por eu sempre ter tido um interesse muito grande no assunto de relacoes internacionais.

Algumas pessoas dizem que ha certas coisas que acontecem com nos, que mudam as nossas vidas para sempre, ou decisoes que tomamos que nos levam a exatamente o caminho que estamos tracando — aquele dia no consulado eu estava mudando e tracando a minha vida na minha mente e no meu coracao.

Quando pequena, eu dizia que ia me formar em Relacoes Internacionais, mesmo sem saber o que realmente significava. O tempo passou, e eu me apaixonei pelo curso de Comunicacao, que foi o caminho que eu escolhi na faculdade. Quando cheguei na Chaminade, eu achei que ja tinha a minha vida resolvida: Me formar em Comunicacao, me formar um semestre mais cedo, tirar o meu MBA, conseguir um emprego em uma estacao de TV grande, e boom — era aquilo que eu eria; ou que eu pensava que queria.

O dia no consulado mudou totalmente os meus planos. Primeiramente, o pensamento de me formar mais cedo. Pra que? Depois do navio, eu percebi que eu preciso tomar o meu tempo em tudo e curtir o maximo possivel das experiencias. Porque deixar o Hawaii mais cedo? Porque nao me formar juntos com os meus amigos, e ai decidir o que eu realmente quero fazer? O mundo é louco la fora, e eu preciso estar preparada. Um plano riscado na minha lista. Eu ficar na faculdade quanto mais tempo possivel.

Comunicacao? Eu amo essa area, mas agora ja nao sei se me vejo trabalhando em uma estacao de TV a minha vida toda, como eu achei que eu queria. Eu quero ser uma diplomata! Quero ser uma mulher poderosa, fazer mudancas, e fazer diferenca. E nao é somente isso…eu quero fazer no meu propio pais, Brasil.

O que? E o MBA? Bom…ja terei muito tempo ocupado estudando para passar no concurso de diplomacia que me levara uns anos.

Em questao de algumas horinhas, minha vida fez um 360 (nao somente ao redor de um navio), mas na minha propia cabeca. Eu sai do consulado com um sorriso imenso no rosto. Acho que é assim que devemos nos sentir quando sentimos que nos encontramos. Ou pelo menos um pedacinho. E é um sentimento bom.

Olá, Japao! A nova Suse esta chegando!

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Last stop in China: Shanghai

We woke up early in the morning and caught a train to Shanghai.

During the ride, I thought about the craziness we just did, of simply buying an one-way ticket to a city we did not even know, where we didn’t speak the language and had no idea where to stay. I was glad to be on that train back to where my safe harbor, the ship, was; however, I was so proud of us.

During these adventures, I always think about what I did after it’s over. I am always going through motions, almost getting thrown out there and I simply loving it, until I realize how crazy I am.

When I first arrived in Shanghai, it was already late afternoon. We went around for awhile, visited a few shops and took a good look at the city. So different from Beijing, I could relate it more to Hong Kong. It’s much more sophisticated and developed. The Bund is where everything happens, and the view is simply amazing.

Although I love development and all the city life, me and some friends decided to visit the “Old China.” It looked very different from the Bund and everything surrounding it. They had a market with every type of food possible (even scorpions and all those delicious bugs too).

I also visited the Garden Yu, and some temples, which I never get tired of.

Overall, China was filled with history. I faced some hardships there, but it taught me a lot about myself, especially as a traveler. Despite the language barrier and all the difficulties we faced on the way of traveling alone, I had an amazing time everywhere I went and never took for granted those that I met along the way. It was also interesting visiting another communist country and seeing how things work differently from the United States.

I wish I had more time in China; this place is magical, and all these adventures will stay in my memories forever.

Ultima parada na China: Shanghai

Acordamos cedo e pegamos o trem para Shanghai.

Durante a viagem, comecei a pensar na loucura que tinhamos acabado de fazer, de simplesmente ter comprado uma passagem de ida para um cidade que nao conheciamos, onde nao falavamos a lingua, e nao tinhamos um lugar para ficar. Eu estava feliz de estar voltando para o meu porto seguro, o navio; mas eu estava muito orgulhosa de nos.

Durante essas aventuras, eu sempre penso quando ela ja acabou. Eu sempre estou em movimento, praticamente sendo jogada no mundão e amando, ate quando eu paro para pensar o quanto eu sou doida.

Logo quando cheguei em Shanghai, ja era durante a tarde. Saimos para caminhar um pouco, visitamos uns shops e reparamos bem a cidade. Ela é tão diferente de Beijing, podia relaciona-la muito mais com Hong Kong. Era muito mais sofisticada e desenvolvida. O Bund é aonde tudo acontece, e a vista é simplesmente maravilhosa.

Mesmo amando o desenvolvimento e toda a vida que uma cidade grande oferece, eu e uns amigos decidimos visitar a “Velha China.” Era bem diferente do Bund e tudo que tinha ao redor. Eles tinham um mercado que vendia praticamente todos os tipos de comida ( incluindo escorpioes e todas aqueles mosquitos deliciosos tambem).

Tambem visitamos o Jardim Yu e outros templos, que eu nunca me canso de ver.

China foi repleta de historia. Eu passei por alguns obstaculos, mas que me ensinaram muito sobre mim mesma, principalmente como viajante. Mesmo com a barreira linguistica e todas as dificuldades que passamos viajando sozinhos, eu tive um tempo maravilhoso em todos os lugares que fui, e valorizei cada pessoa que encontrei no caminho. Foi interessante visitar outro pais comunista e ver como as coisas sao diferentes dos Estados Unidos.

Queria ter tido mais tempo na China; esse lugar é magico, e todas as aventuras que tive prevalecerão para sempre em minha memoria.

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Fake Money/ Dinheiro Falso

Those that have read my last post are probably wondering what was the deal with the taxi driver. Trust me, I went to sleep thinking the same thing.

After waking up, we grabbed breakfast at a hostel on the main street, where they also sold train tickets. We had to meet the ship in Shanghai the next morning, since we just bought an one way ticket to Beijing.

As the lady was counting off the money from all of us in order to purchase the tickets, she said, “Sorry, but most of these bills are fake.”

As some of you can possibly imagine, we all said “WHAT?” with desperate eyeballs, almost popping out of our faces.

Long story short…we got tricked – by the ATM. Yes, it was a fraud, and the reason why the taxi driver was yelling at me. He thought I was trying to trick him, but in reality I was the one tricked. I was left with almost no money since all my bills were fake. I lost around $300, which was my savings for my last day in Beijing and the next days in Shanghai!

It was too late to go back to that ATM since we were so far already. As we tried to explain to few banks that were around, the language barrier took us nowhere but to blank faces. From my whole trip, I believe that was the worst situation that happened.

I am not going to deny how upset and worried I was; that would have not happened if we weren’t tourists, walking around on wrong places, getting tricked by fraud ATMs and not even noticing the bills.

We noticed that the issue with the fake money was a little common in China; at least it seemed. Almost all restaurants had a machine, where they would check if the money was fake, and people were already aware of it. I was not just worried about the money they took, but if that ATM would keep all our info and take out all the money there was. We went through the desperate stage of trying to call people at home to check the account, or trying to contact the bank. A place where is not so easy to just access Facebook, made it a little harder at that time when we needed to communicate.

We were able to take out some money and help each other out, but I could not even imagine if I was left with literally nothing on the bank, or if I was alone.

Luckily, I tend to look at things on a brighter note. I was glad it wasn’t anything physical, and that I was okay. Money comes and goes, and truthfully, by the end of this trip I will be so broke that I won’t even remember these $300. I mean, I have spent my college student money on the most amazing things I could possibly do, so I guess being part of a fraud in Beijing is also part of the “being amazing.”

After that, my friend Erica and I decided to go on with our day in Beijing, and decided to rent a bike, but not any bike – the one with two seats. We chose a blue one, which made us look even more goofier. We rode around the Forbidden City, got lost a couple of times, but luckily we mastered at pointing at maps and asking “where??”

When we were feeling like pros riding that bike…of course, we broke it. There we were – in the middle of Beijing, God knows where, on a blue bike with two seats asking for help. Some locals stopped to figure us out (instead of the bike), and would walk away. Most of them would try to help us fix it, but then would give up. Until a gentlemen told us to follow him to a bike shop right around the corner. Oh, how convenient. I would say we’re blessed.

As we watch the guy tearing the bike apart, we try to figure out how these adventures just randomly happen to us.

Finally the bike got fixed and we couldn’t even thank him enough. He was a little shy, and I think we scared him a little since we were hysterically happy when he gave us back the bike.

Since that was our last night, we ate somewhere nice, bought some earrings at a store from Tibet, where I got blessed by a Tibetan guy, and at night went on a clubbing adventure in the heart Beijing; where I heard the song “Ai Se Eu Te Pego” – Seriously? In China?

I danced a lot, had a really fun night, made a few friends and got back to the hotel, ready to leave for Shanghai on that morning.

Beijing was an amazing and magical place, and despite the obstacles I faced, it did not change a thing about my experience; on the contrary, it made me a stronger traveler and more aware of my surroundings.

Dinheiro Falso

Aqueles que leram o meu ultimo post, provavelmente estam se perguntando o que realmente houve com o motorista do taxi. Acredite, eu fui dormir pensando a mesma coisa,

Depois sue acordamos, tomatoes cafe no hostel da rue central, once tambem vendiam passagens do metro. Tinhamos que encontrar o navio em Shanghai na seguinda manha, ja que tinhamos comprado apenas uma passagem de ida para Beijing.

Enquanto a moca contava o nosso dinheiro para comprar as passagens, ela disse, “Perdao, mas essas notas sao falsas.”

Como muitos de voces podem imaginar, dissemos “E O QUE?” com olhares desesperados, praticamente saindo das nossas caras.

Resumindo…fomos enganados – pelo caixa eletronico. Sim, foi uma fraude, e a razao porque o taxista estava me gritando. Ele achou que eu estava tentando o enganar, mas em realidade, eu que tinha sido enganada. Eu nao tinha quase dinheiro nenhum comigo, ja que quase todas as minhas notas eram falsas. Eu perdi em cerca de $300, que estava guardando para o meu ultimo dia em Beijing e os meus proximos dias em Shanghai.

Era muito tarde para voltar ao caixa eletronico ja que estavamos muito longe. Enquanto tentavamos explicar para alguns bancos que tinha ao redor a nossa situacao, a barreira da linguagem nos levou somente para rostos cheios de duvidas. Aquele incidente foi o pior que me aconteceu na viagem.

Nao vou mentir o quanto que fiquei chateada e preocupada; aquilo nao teria acontecido se nos nao fossemos turistas, andando em lugares errados, sendo enganados por fraudes de caixa eletronico sem nem perceber.

Percebemos que aquele problema parecia comum na China. Quase todos os restaurantes tinham uma maquina, onde eles checavam se o dinheiro era falso ou nao, e as pessoas estavam alertas. Eu nao estava preocupada somente com o dinheiro que eles roubaram, mas sim se o xaica eletronico ficasse com as minhas informacoes e tirasse o resto de todo o nosso dinheiro. Passamos pela fase desesperada tentando ligar para os bancos ou para familiares em casa olhar a nossa conta. Em um lugar que o acesso ao Facebook nao era facil, complicou as coisas mais um pouco na hora de tentar se comunicar.

Acabamos que conseguimos sacar um pouco mais de dinheiro e ajudar o outro, mas nao posso nem imaginar como teria sido se eu estivesse zerada no banco, ou sozinha.

Felizmente, eu costume a olhar as coisas pelo lado bom. Eu estava agradecida que nao foi nada fisico ou grave e que eu estava bem. Dinheiro vai e vem, e para falar a verdade, ate chegar o final dessa viagem, eu estarei tao quebrada que nem vou lembrar desses $300. Eu tenho gastado todo o meu dinheiro da faculdade em uma das coisas mais surpreendentes que eu possa fazer, entao fazendo parte de um fraude em Beijing faz parte desse “ser surpreendente” que sou.

Depis disso, eu e minha amiga Erica decidimos continuar nosso dia em Beijing, e alugamos uma bicicleta, mas nao qualquer uma – a que tem dois lugares. Escolhemos uma azul ainda por cima, que nos deu ainda mais uma cara de palhaca.

Nos pedalamos ao redor da Cidade Proibida, nos perdemos as vezes, mas felizmente ja eramos masters em apontar ao mapa e perguntar “onde??”

Quando ja estavamos nos sentindo profissionais pedalando aquela bicicleta…claro, quebramos. Estavamos no meio de Beijing, so Deus sabe aonde, com uma bicicleta de dois lugares azul pedindo ajuda. Alguns locais pararam para nos entender (ao inves de entender o que tinha acontecido com a bike), e depois saiam de mansinho. Muitos tentavam ajudar a consertar, mas depois desistiam. Ate que um cavalheiro nos disse para segui-lo ate um conserto de bikes na esquina. Ai, que conveniente. Eu diria que somos abencoadas.

Enquanto nos assistiamos o rapaz desmontando aquela bike, tentavamos entender como aquele tipo de aventura as vezes sempre acontece com a gente.

Finalmente els consertou a bike e nos nao tinhamos nem palavras para agrader-lo. Ele era um pouco timido, e acho que o assustamos enquanto estavamos histericamente felizes depois que ele nos devolveu a bike.

Ja que aquela era a nossa ultima noite em Beijing, comemos em um restaurante bom, compramos um brinco em uma loja de Tibet, onde fui abencoada por um Tibetano, e na noite fomos para uma aventura em uma boate em Beijing, onde eu ouvi “Ai Se Eu Te Pego.” — Serio isso? Na China?

Dancei muito, tive uma noite divertida, fiz amizades e depois voltei para o hotel, onde nos preparavamos para ir a Shanghai aquela manha.

Beijing foi um lugar magico e maravilhoso, e apesar dos obstaculos que passei la, nao mudou nem um pouco a minha experiencia; ao contrario, me fez ser uma viajante mais forte e mais atenta

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The Great Wall

We had a tour cab picking us up really early in the morning to take us to, in my opinion, the most visited and magical place in Beijing — the Great Wall.
I mean, China is the oldest empire that ever existed, and just being around such an old and historical place like this, gave me the goose bumps. It feels like my mind is able to go back and re-live history, although I can’t physically do that.

Stepping on something the dynasties built (including the Ming) in order to protect the Chinese Empire against intruders, gave me the desire to learn and understand more about this amazing and complex culture the Chinese have. Come on, this wall has , and it was built around 2,000 years ago! How exciting can this be?

It took us around 4 hours to hike one of the sides of the wall (since there is so many,we picked one). It was filled of — adults, young, babies, old — all types of people walking with the same look filled with curiosity.
We jumped on the bandwagon and wore panda hats like many of the tourists. I don’t care, I can’t hike the Great Wall everyday wearing the cutest panda hat, can I?

It was cold and we were getting really tired; however, the view was so breathtaking we kept going. Touching the wall was like touching a piece a gold. We reached the top, and sat for awhile.

I like to alienate my mind sometimes, even when I can’t physically alienate myself. The more my mind was getting lost within the horizon, I tried to suck it in where I was on that exact moment. For some reason I could not digest the fact I was not just in China, but on top of the Great Wall. I know I can sound so “frudy” sometimes, but it’s true. I always have moments like these, when everything feels like a dream. This whole trip has being a dream.

I could not miss the opportunity to dance Zumba on the top with my best dancer friend Nate, or take all those fun pictures, and meet some interesting locals, although our communication is limited.

As if touching history wasn’t enough, we took off to the Emperor’s tomb, where 13 of the Ming emperor’s where buried. Not to mention the architecture of this place was amazing. The nature surrounding it brought to me a sense of peace and made me reflect a lot on many aspects of the Chinese philosophy.

After gaining so much knowledge, we ate some delicious Chinese food, and headed to the main street at night where all that food was being served. Later that night, we went to a bar called “TREE”, where we ate even more, and tasted some local beet.

Erica and I left the boys there, and went back to the hotel. When we paid our cab driver with a 100 yuan bill we took from the ATM earlier that day, the cab driver started to yell at us. We had no idea what he was talking about. They say moments like these we need to keep calm, especially when you are in a country that is not yours. Yeah..but when I had a cab driver yelling at my face, and I could not understand what he was saying, made me really frustrated; I was paying! He made us get out of the car, without even paying for it.

We went to sleep imagining the moment he would show up at the hotel, break our door with a gun and ask for all our money. I know this is a bit dramatic, but we were thinking the worst. I knew I shouldn’t have talked back to him…although he probably did not understand a word I was saying. What could have possibly happened?

A Grande Muralha

Um guía turístico nos buscou bem cedo naquela manha e nos levou, na minha opiniao, para o lugar mais visitado e mais magico em Beijing – A Grande Muralha.
A China contem os impérios mais velhos que ja existiu, e so de estar ao redor de um lugar historico como esse, me arrepiou. E como se a minha mente pudesse voltar e reviver a historia, mesmo que eu fisicamente nao possa fazer isso.

Pisar em um lugar em que as dinastias construíram (incluindo a Ming), para proteger o imperio Chines contra intrusos, me passou um certo desejo que aprender e entender mais sobre essa cultura maravilhosa e complexa que a China tem. Falando serio ne, essa muralha tem 8,851.8 km e foi construida a 2,000 anos atras! Como isso pode ser mais emocionante?

A gente subiu um dos lados da muralha em 4 horas (ja que ela tem tantos lados, escolhemos um). Ela estava repleta de – adultos, jovens, criancas, velhos – todo tido de gente caminhando com o mesmo olhar de curiosidade.
Nos fizemos o cliche de todos os turistas, de usar um chapeu de panda. Nao interessa, eu nao posso subir a muralha da China todo dia usando um chapeu de panda, posso?

Estava frio e estavamos cansando; contudo, a vista era de tirar o folego e nos deu forcas para continuar subindo. Tocar a parede da muralha era como se eu estivesse tocando em um ouro. Quando finalmente chegamos no top, sentamos por um tempo.

Eu tenho mania de alienar a minha mente as vezes, mesmo quando nao posso literalmente me alienar fisicamente. Enquanto mais a minha mente se perdia naquele horizonte, eu tentava digerir aonde eu estava naquele momento. Por alguma razao, eu nao conseguia digerir o fato que eu nao estava somenta na China, mas no topo da sua muralha. Eu sei que eu posso ser muito “Frufru” falando essas coisas, mas e a mais pura verdade. Eu sempre tenho esses momentos em que os momentos parecem sonhos. Essa viagem por inteiro parece um sonho.

Eu nao perdi a oportunidade de dancar Zumba no topo com meu melhor amigo dancarino Nate, ou tirar as fotos mais divertidas, e conhecer locais interessantes, embora a nossa comunicacao seja limitada.

Como se tocar historia ja nao fosse o bastante, fomos para a Tumba do Imperador, aonde 13 imperadores da Ming foram enterrados. Sem mencionar a arquitetura que era muito bem feita e maravilhosa. A natureza ao redor me trouxe um senso de paz e me fez refletir sobre muitos aspectos sobre a filosofia Chinesa.

Depois de ter adquirido tanto conhecimento, comemos deliciosa comida Chinesa, e partimos para a rua principal para comer mais besteira. Naquela noite, fomos para um bar chamado “TREE”, onde comemos mais, e provamos cervejas locais.

Eu e Erica cansadas, deixamos os meninos e voltamos para o hotel. Quando fomos pagar o taxista com a nossa de 100 yuan que tinhamos sacado naquele mesmo dia em um caixa eletronico, ele comecou a nos grita. Nao tinhamos nem ideia do que ele estava falando. Dizem que nesses momentos temos que manter a calma, especialmente quando nao esta em seu pais. Sim…mas tente ter um taxista gritando na sua cara, e voce sem entender nada; eu me senti muito frustrada e chatiada…afinal, estava pagando! Ele nos fez sair do carro, e sem pagar.

Fomos dormir imaginando o momento em que ele iria chegar no hotel, quebrar a nossa porta com uma arma e pedir nosso dinheiro. Eu sei, meio dramatico, mas pensamos o pior. Sabia que nao era para eu ter discutido com ele, apesar que ele provavelmente nao entendeu nada do que eu falei. O que sera que aconteceu?

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One way ticket to Beijing

A group of 7 awesome people, bought an one way ticket to Beijing from Hong Kong, with no plans. I know this might sound a little crazy, but there is where all the fun lies.

Our flight left around 7am, so we were up really early. Being at the airport with no plans, especially around really fun people, felt really exciting. Although I was half asleep, we could not wait to began exploring China with a curious mind and our backpacks.

When we left the plane, we looked at each other and smiled. The 3 hour flight was not enough to digest what we were doing. The first plan was obviously to get on a cab and find a way. We forgot, however, people in Beijing do not really speak English. They speak Mandarin, and although the city is pretty developed, it looked nothing like Hong Kong. It was simpler and less sophisticated. We had a guidebook, where we simply pointed a neighborhood to the driver that drove us there. Luckily, the area we got dropped off was really amazing. The area consisted of mainly young people. It looked more of a meeting place where teenagers would just hang out and eat. The food…oh my, I can still smell all the street food all over the place. No wonder why I loved that street the minute I got dropped off.

Our adventure truly began when we tried finding a hostel. Everywhere was full, and of course if we knew the language things would have been much easier. All I learned was “shie shie” which is “thank you.” Good bye dreams of learning Mandarin, I lost all my hope.

We ended up splitting from each other to search for hotels. We finally found a sweet and cheap spot after playing “guess what I am trying to say.” It was not the best hotel ever, but it worked for us, poor travelers trying to get rid of our bags.

The first place we visited was the Tiananmen Square, which is the thirst largest city square in the world. More than just its size, the square holds a very important role in the Chinese history. On that same spot several cultural and important events where held, especially protests. The most famous one was a pro-democracy one, which lead to deaths of several hundred civilians.

Being at a communist country, where Facebook does not even work was shocking. When my friend tried using an internet cafe, it asked for his passport information and all his background. It freaks me out to know how much the government can have control over a population.

After the square, we crossed the street to the Forbidden City, which it was a Chinese imperial palace built by the Ming Dynasty. Its architecture was very descriptive and it really showed the Chinese culture. China’s history is so old, yet it feels so alive being around all of these monuments that once where part of lives of dynasties. It did not feel real, as I walked around admiring the Chinese writings and the sculptures.

We also visited the Bird’s nest, which is where the Beijing Olympics took place. We watched an acrobatic show, full of energy and breathtaking moves. We also ate duck, which is supposed to be their main dish.

China was already amazing. Although it was freezing, I was able to admire everything. After I bought everything a lady was selling on the street for cold weather, I was ready to go back to the hotel and get ready for a brand new day.

Uma passagem de ida para Beijing

Um grupo de 7 pessoas maravilhosas, compraram somente uma passagem de ida para Beijing de Hong Kong, sem planos. Eu sei que isso parece um pouco louco, mas e ai que a diversao sempre esta presente.

Nosso voo decolou a volta das 7am, entao acordamos bem cedo. Estar no aeroporto sem planos, ao redor de pessoas divertidas, foi muito empolgante. As vezes acho que me alimento de momentos assim. Apesar de ainda estar cansada e com sono, nao podia esperar mais para comecar a explorar China com minha mente curiosa e uma mochila nas costas.

Quando saimos do aviao, simplesmente olhamos para a cara do outro e rimos. As 3 horas de voo nao foi suficiente para fazer a digerir o que estavamos fazendo. O primeiro plano era obviamente pegar um taxi e ir para algum lugar. Mas, esquecemos que as pessoas de Beijing nao falam muito Ingles. Eles falam Mandarin, e mesmo a cidade sendo desenvolvida, nao tinha nada a ver com Hong Kong. Era mais simples e com menos sostificacoes. Tinhamos um guia, que nos simplesmente apontamos para um bairro no taxi, e o taxista nos levou ate la. Por sorte, ele nos deixam em um lugar maravilhoso. A area consistia de muita gente jovem. Parecia mais um lugar aonde adolescentes e jovens se encontravam para sair, conversar e comer. A comida…nossa, ainda posso sentir o cheiro da comida por todos os cantos que andava. Deve ser exatamente por isso que eu amei aquela rua, no momento em que cheguei.

A nossa aventura comceou quando saimos para achar um hostel. Todos os lugares estavam cheios, e claro, se nao tivesse a barreira linguistica talvez fosse mais facil. O unico que aprendi foi “shie shie” que significa “Obrigado”. Tchau tchau, sonhos de um dia aprender Mandarin, pos perdi toda a minha esperanca.

Acabamos nos dividindo em grupos para achar um hotel. Finalmente achamos um lugar simples e barato depois de ter jogado muito “adivinha o que eu estou falando” com os locais. Nao era o melhor hotel do mundo, mas funcionava perfeitamente para nos, pobres viajantes simplesmente querendo tirar aquela mochila das costas.

O primeiro lugar que visitamos foi a Praca da Paz Celestial, que e a terceira maior praca do mundo. Mais que seu tamanho, a praca tem um valor importante na historia Chinesa. Naquele mesmo local ja foi feito muitos eventos culturais, especialmente protestos. O mais famoso foi um a favor a democacia, que trouxe a morte para muitos.

Estando em um pais comunista, aonde Facebook nao pode ser usado, e chocante. Quando meu amigo tentou usar a internet, foi pedido o seu passaporte e informacoes. Me assusta saber o quanto o governo tem controle sobre uma populacao.

Depois da praca, atravessamos a rua para a Cidade Proibida, onde era o palacio do imperio Chines, construido pela Dinastia do ming. A arquitetura era bem descritiva e mostrava muito a cultura Chinesa. A historia da China e uma das mais velhas, mas estando parte sente-se viva, ainda mais perto de tantos monumentos que um dia fazia parte das dinastias. Nao parecia real enquanto eu andava admirando cada escultura.

Tambem visitamos o Bird’s nest, que eh o local onde teve as Olimpiadas de Beijing. Assistimos um show acrobatico, cheio de energia e movimentos de tirar o folego. Comemos pato, que e o prato principal deles.

China ja era marvilhosa. Mesmo com seu frio, eu consegui admirar tudo aquele dia. Depois que eu comprei tudo que uma moca na rua vendia para o frio, eu estava preparada para voltar ao hotel, e comecar um novo dia.

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Hong Kong

Hong Kong? Is it part of China? Do they speak the same language? Are they still considered Chinese? Are their governments the same?

I had so many questions about Hong Kong, and even being there, I still do. I mean, I learned they speak Cantonese, not Mandarin, they have a different currency and even a different government. Yet, it is still China. What? I know. I would just say it’s its own city country inside of China.

Hong Kong was one of those places where I just wondered off by myself and felt amazed. I was with two of my friends at first, we visited the historical museum, which is always interesting. My adventure, however, did not start until my friends had to leave to their own field trips, and I wondered around on my own (typical).

I saw an acrobatic show in the middle of the street, where two guys formed a lion, and they had to jump up and down on thin sticks. Describing it into words does not sound as exciting as it was while I was watching it. Than, they had two lions (which is 4 people) balancing themselves, and jumping around on those sticks. They were so talented.

Than, I saw a group of little kids dancing and singing. Those that know me can imagine how much I wanted to “squeeze their cheeks.” I believe they were part of a school, and were presenting something they have worked on for awhile, because they all looked really prepared, and excited!

I saw a Science Museum, and my curious self, got in. I probably spent over 2 hours in that museum. I learned things from communications, to fitness,to how energy works, and a million more things. I felt like a little kid in a playground learning how to swing for the first time.

I could have stayed there longer, but there was a place I really wanted to go, which was the Big Buddha, and for what I’ve heard, it was pretty far. But of course, that would not stop me from going there. The Big Buddha is a huge statue in the middle of the city. It has breathtaking views from up there, and a lot of faithful people. It was built by some reach religious people, nevertheless, its beauty is so unique. It was the biggest Buddha Iv’e ever seen.To get there I had to catch two trains and a Bus, which took me more than two hours. I got lost a little, and of course, I do not speak Cantonese, which made it a little harder.

I saw three of my friends there, and we just enjoyed the small hike up the stairs,and the beautiful view. I do not remember clearly what I felt the closer I got to the Buddha. I felt more of an accomplishment to have reached to the top with just pure determination. It was not that long of a hike or anything, but just the obstacle I faced trying to reach there made up for everything. And seeing other tourists and locals that also made it there, is very motivating.

We got back, and headed to a nice but cheap restaurant on top of a roof, where we got to see Hong Kong all lighted up. I will never forget the moment of us sitting and eating, and just thinking of how lucky we are to instead of being inside a classroom, we were on top of a roof in Hong Kong, sharing our fears about the voyage, especially the fear of going home. That’s what I call learning; you can be your own teacher.

Hong Kong? E parte da China? Eles falam a mesma lingua? Se nao, porque ainda sao considerados Chineses? E os governos sao iguais?

Eu tinha tantas perguntas sobre Hong Kong, e mesmo ja estando la, ainda tenho. Aprendi que eles falam Cantonese, nao Mandarim, tem moedas diferentes e governos tambem. Mesmo assim, ainda e considerado China. O que? E, eu sei. Eu diria que e a sua cidade meio pais dentro da China.

Hong Kong foi um daqueles lugares que eu sai por ai andando sozinha admirando. Eu estava com dois amigos no inicio, visitamos um museu historico, que e sempre interessante. Mas, a minha aventura comecou quando meus amigos tiveram que ir embora para suas excursoes, e eu fiquei sozinha andando por ai (tipico).

Eu vi um show acrobatico no meio da rua, onde dois rapazes formavam um leao, e eles pulavam de uma vara fina para outra. Descrevendo em palavras nao parace ser tao emocionante quanto quando eu assistia. Dai, eles ainda incluiram mais dois leoes (que na verdade sao 4 pessoas se equilibrando e pulando de um lado pro outro naquelas varas. Eles sao tao talentosos.

Dai, eu vi um grupo de criancinhas nessa mesma praca, dancando e cantando. Os que me conhecem sabem que eu estava a pronto de “amassar a cabeca deles.” Eu acredito que eles sejam parte de uma escola, pos pareciam apresentar algo que ja haviam treinado antes, pos todos estavam preparados.

Eu fui em um Museu de Ciencias, sendo a pessoa curiosa que sou. Eu provavelmente fiquei 2 horas dentro do museu. Eu aprendi de comunicacao a musculacao, a como energia funciona, e mais de milhoes de coisas. Eu me senti como uma criancinha em um parque aprendendo a se balancar em um balanco pela primeira vez.

Eu poderia ter ficado por mais tempo, mas havia um lugar que eu queria muito ir, que era o Grande Buddha, que pelo que eu tinha escutado, era bem longe. Mas claro que nada me parou de ir ate la. O Grande Buddha e uma estatua imensa do Buddha no meio da cidade. A sua vista e de tirar o folego, e muitas pessoas com muita fe vao ate la. Foi construida por uns ricos religiosos, mesmo assim, a sua beleza e unica. Foi o maior Buddha que ja tinha visto.

Para chegar ate la, eu tive que pegar uns dois trens e um onibus, que levou mais de duas horas. Eu me perdi um pouco, e claro, eu nao falo Cantonese, que dificultou muito mais.

Eu achei tres amigas minhas no caminho, e acabamos usufruindo da pequena caminhada nas escadas, e a linda vista. Eu nao lembro realmente de como estava me sentindo enquanto chegava mais perto do Buddha. Eu me senti realizada de ter chegado ate la com somente determinacao. E vendo outros turistas e ate mesmo locais que chegaram ate la, e estavam ali porque eles tambem tinha determinacao ou muita vontade, tambem eh motivante.

Voltamos, e fomos para um restaurante bom e barato em cima de um predio, onde vimos toda Hong Kong iluminada. Eu sempre me lembrarei do momento em que estavamos ali sentadas e comendo, e pensando como somos tao sortudas de estar ali, ao inves de uma sala de aula, estavamos em cima de um predio em Hong Kong, compartilhando os nossos medos, principalmente os medos quando irmos para casa e tudo mudar. Isso que eu chamo de aprendizagem; voce pode ser o seu propio professor.

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More of Vietnam

After walking around the city, getting lost at the Backpacker’s district, meeting some interesting travelers and locals and eating pho, were just a few of things that I did that made Ho Chi Minh City that much interesting.

I even went to a spa with a couple of friends, where a full massage for a hour is 5 dollars. I ha an amazing time. However, we got warned, especially the guys, to not stay for the “happy ending.”
What that is that, prostitution is a huge thing in Vietnam, and sadly, a lot of women after massages, ask the guy that question.
While we were there, my guy friends did not get asked for a “happy ending”, but they did feel very uncomfortable during the massages, since the girls were trying really hard to flirt with them. They separated us girls from them, to have an opportunity to touch them. They left looking a little awkward, and sad that such things is so common. Most of these women are event trafficked, which is even worse.

Ho Chi Mihn City was a great time, though.
However, I wanted to see the other side; like always. There is always the other side of a big and somewhat developed city.
I ended up heading to the Mekong Delta, which was a few hours away. On our way there, I asked the driver if he could stop at a village, a random village, where I could see the real deal of how the people on the other side live.
He was so nice, and stopped at a rice field and a little village.

They let us in their houses, and we met their family. We could not really speak to each other, but the man that welcomed us to his house, always had a smile on his face. His wife, was also so welcoming. She introduced me to her daughter, that was a little shy at first. I don’ think they are used to having visitors, especially random ones like us.

We did not spend much time there, but it was nice to see the way those people live. Like I have said before, it always reminds me of how lucky I am, and how stupid we are for complaining about our lives.

We got to the river, where they have a big touristic part. I crossed the river, ate their fresh fruit, heard some Vietnamese music, ate their candy (so yummy, especially the coconut one), and ate some seafood. They offered snakes! I could not eat it. Sadly I did not see the floating market, we were there a little late.
My favorite part was riding a bike for almost a hour. It reminded me a lot of my childhood, which made me feel so free. I got to see some interesting faces along the way. We also stopped at a temple, just to take a look. A lady there tried talking to me, but she was depth. She kept pointing at my ears and laughing. She was pointing at my piercings, and made funny faces as if i was crazy. She liked it though, kept pointing at her ears almost saying she wanted some too. I think I looked really weird to this people, especially with my little hat trying to look like a local.

The part about Vietnam that touched me the most, was meeting a girl at a shop at the Backpacker’s district. We were looking at some stuff, and I noticed she spoke English. We started talking about random things, then she started to open up and talking about herself. She was my age, and was going to college. I told her I was traveling the world, and she was so excited, saying that was her dream. But that sadly, in Vietnam would be almost impossible. She started telling me details about her life,saying that she goes to school from 7am to 12pm, works from 2pm to 11pm — everyday. She said she needs to work hard to help her family, especially if she wants to keep going to school. Than she added “I hang out with my friends, probably..twice a year.” Wow.
What struck me the most, was how satisfied she looked. She was not complaining to me while she was telling me her story. For her, that was reality, and that’s it. She was not whining and feeling sorry for herself, or even asked me for help, or anything. She seemed like a friend I would have. She said whenever I go back to Vietnam, that she would be there. I told her the same, if she ever finds her way to Brazil.

I hugged her really tight when I left and told her that I know times can get harder than what it’s really supposed to be, but no matter what happens, to not get out of school, or stop believing in her dreams. I reminded her my dream was also to travel the world, and there I was.

We both smiled, and I walked away, thinking to myself, how lucky I am to meet people like these.

Mais Vietnam

Depois de ter andado pela cidade inteira, ter me perdido no distrito dos mochileiros, conhecido viajantes e locais mais que interessantes , comido pho, foram so algumas coisas que fizeram Ho Chi Minh City mais interessante.
Ainda fui para um spa com uns amigos, onde uma massagem completa por uma hora e 5 dolares. Eu tive um momento maravilhoso de relaxamento. Mas, nas minhas aulas e no navio, eles abriram nossos olhos, principalmente dos homens, para dizer nao ao “final feliz.”
O que isso quer dizer, e que prostituicao e muito comum no Vietnam, e infelizmente, muitas mulheres depois das massagem fazem essa pergunta.
Enquanto estavamos la, nao fizeram a pergunta para meus amigos homens, mas eles nao se sentiram confortaveis durante a massagem. As meninas estavam tocando eles, e falando coisinhas no ouvido e flertando. Elas separam nos mulheres deles, estavamos em outra sala; acredito que as coisas ja acontecam assim para que elas tenham a oportunidade de tocar neles. Eles sairam de la se sentindo estranhos, e sem acreditar um pouco na situacao. Triste, que essas coisas sejam tao comuns. Muitas dessas mulheres sao traficadas, que e o pior.

Mesmo assim, eu passei um tempo otimo na cidade.
Mas, eu queria ver o outro lado. Como sempre, eu querendo ver o lado de tudo. Sempre existe o outro lado de uma cidade grande ou de uma certa forma, desenvolvida.
Eu acabei viajando para o Mekong Delta, que era algumas horas dali. No caminho para la, pedir para o motorista parar em uma vila, qualquer vila, aonde eu pudesse conhecer a realidade de como as pessoas vivem longe da cidade grande. Ele era muito bom, e parou em uma plantacao de arroz, e uma vila pequena.

Uma familia abriu a porta para nos, e nos apresentou a sua familia. Nao podiamos nos comunicar, mas o homem que nos deu bem vindas a sua humilde casa sempre tinha um sorriso no rosto. A sua mulher tambem nos desejou boas vindas. Ela me apresentou a sua filhinha, que estava timida no inicio. Nao sei se eles estam acostumados a receber visitas assim, ainda mais do nada que nem a gente.

Nao ficamos muito tempo la, mas foi bom ter tido a oportunidade de ver como as pessoas vivem. Como eu ja disse antes, sempre me lembra o quanto eu seu sortuda, e como somos tao idiotas de reclamar das nossas vidas.

Chegamos no rio Delta, onde tinha mais coisas turisticas. Eu passei pelo rio de barco, comi fruta fresca, ouvi musica Vietnamita, comi o doce deles (tao gostoso, o melhor era de coco), e almocei algum fruto do mar. Tinha ate cobra! Nao tive coragem de comer aquilo. Pena que eu nao vi o mercado flutuante que eles tem porque chegamos mais tarde.
A minha parte favorita, foi ter andado de bicicleta por quase uma hora. Me lembrou muito a minha infancia, que me faz sentir tao livre. Eu vi varios rostos interessantes no caminho. Paramos em um templo, so para dar uma olhado. Uma senhora tentou falar comigo, mas ela era surda. Ela ficou apontando para a minha orelha e rindo. Dai percebi que ela apontava para os meus piercings, e fazia caras engracadas. Acho que ela achava eu uma doida com todos os meus piercings. Mas ela gostou, pos ficou apontando para a sua propia orelha depois, como que se dissesse que queria tambem. Acho que eu pareco esquisita para as pessoas aqui, ainda mais com meu chapeuzinho querendo parecer uma local.

A parte que mais me tocou no Vietnam, foi conhecer uma menina em um loja no distrito dos mochileiros. Estavamos olhando umas coisas, e eu percebi que ela falava Ingles, ou pelo menos um pouco. Comecamos a conversar sobre coisas bobas, ate que ela comecou a se abrir e falar um pouco dela. Ela tinha a minha idade, e estava estudando tambem. Eu disse que estava ali porque estava viajando o mundo. Ela ficou muito feliz, e disse que era o sonho dela, mas que infelizmente no Vietnam era quase impossivel. Ela comecou a me contar detalhes sobre a sua vida, me dizenod que ia para a faculdade das 7am ate as 12pm, e depois ia pro trabalho das 2pm ate as 11pm — todos os dias. Ela me disse que precisava trabalhar muito para ajudar a familia, principalmente se ela quisesse estudar. Depois ela continuou ” Eu so saiu com meus amigos, provavavelmente…duas vezes no ano.” Nossa.
O que me assustou mais, foi o fato dela estar satisfeita. Ela nao estava reclamando para me enquanto contava a sua historia. Para ela, aquilo era a sua realidade, e pronto. Ela nao estava chorando nem tendo pena dela mesmo. Muito menos me pedindo ajuda ou nada do tipo. Ela parecia uma amiga que eu teria se eu tivesse mais tempo de conhecer-la. Ela me disse quando eu quizer voltar para o Vietnam, para encontrar com ela. E eu disse o mesmo a ela se um dia resolver aparecer pelo Brasil.

Eu a abracei forte antes de ir embora, e lhe disse que nao importa o quanto a vida pareca ser mais dificil do que deveria ser, que ela nao saia da faculdade, e que nunca pare de acreditar nos seus sonhos. Eu a lembrei que meu sonho tambem era viajar pelo mundo, e que eu estava ali.

Nos duas rimos. Quando fui embora, falei para mim mesma o quanto eu sou sortuda de conhecer pessoas assim.

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“Same Same, but different” Vietnam

From now on, I knew time was simply going to fly. We had 3 different ports ahead of us after Singapore, with only two days in between them to get there. We still had classes those days, with things to study and write (I know, I rarely talk about the school part, but it takes a lot of energy as well).

I was fine with the African countries, and I thought I did pretty good in India, especially by looking Indian. I basically felt I could fit in all these places I visited. Asia, however, is a different story. I had no idea how it would be. Obviously, I would not look like any local person, and the language barrier would be the most challenging.

Vietnam- there I was. I sincerely never looked into Vietnam until Semester at Sea. All I really knew was the war between Vietnam and the United States, and all the harm they’ve faced because of it. The American soldiers suffered a lot, and Vietnam is still recovering.

I thought I was going to see a much poorer country. However, Ho Chi Minh City surprised me. I can’t forget to mention how everything is much cheaper there too — it’s actually I little ridiculous. I was not complaint though.

My first day I walked around the city. The most interesting part about Vietnam is the traffic! I can’t emphasize enough how many times I thought I was going to get run over. The amount of motorcycles on the streets is just overwhelming. There are so many people as well, I just did not know where to look.
We learned before getting off the ship to: not walk too slow; not walk too fast; not to stop. Walk normal pace, and they will find their way around you. It works!!! I don’t know how. Many times I closed my eyes to cross, I mean, with eyes open just gives more anxiety, and since we can’t stop, with eyes closed makes it easier to keep walking.

I went to the Cu Chi tunnels the next day, which is a huge area of connected underground tunnels They are connections where the military during the war operated. They worked as their hiding spots and how they moved quickly during combat without being seeing. And also through where they transmitted food,weapons and such.

I was not very happy when I got there. I am not a war person, and these kind of emotions really get to me. But it is reality, and something I had to see. Vietnamese people were so nice, however, I could still see the pain in their eyes, especially in historical places like these, where so many citizens died in combat.

I got to enter in one tunnel, and oh man — I couldn’t even breath. The tour guide in the front was so tiny, he moved like a little rat, and disappeared through the darkness of the tunnel. I couldn’t see a palm on front of me, and it was hard to breath. I do not now how they survived during combat. I started to feel anxiety just to think about being there longer.

The guide also showed us tricks they used to use on the Americans, since they were not used to fighting in environments like the Vietnamese grounds, and many of the ways they killed the soldiers.

The most interesting part for me, was when I was able to shoot and AK-47(Gun Vietnamese soldiers used). Again, I am not a war person, and I never held a gun before in my life. Nevertheless, it was part of the experience.

He gave me 5 bullets, and there I was, holding a gun for the first time. I was scared. I know this sounds so silly, but for some reason I have always been really scared of guns. It was a nice experience to get the feeling of it, though. But it scared me to think what is used for. Call me fruity, scary, baby, or whatever, but these “cool” stuff are just not for me.

I also went to the war museum, which made me “hate” Americans. Not American citizens, but the government back than, of course. I know that those that fought for their country, and are still alive today, still have scars and suffer from it. But I also saw the whole war perspective from the Vietnamese side, and they are still not the same since, according to my guide.

De agora em diante, eu sabia que o tempo ia simplesmente voar. Tinhamos mais 3 portos depois de Singapore, com somente dois dias entre cada no navio. Ainda sim, temos aula todos os dias, com coisas para estudar e escrever (Eu sei, raramente falo sobre os estudos, mas e algo que toma uma boa parte da energis swui)

Eu fui bem nos paises Africanos, e acho que tambem fui bem na India, principalmente por parecer Indiana. Eu basicamente sentia que eu podia me encaixar em todos de uma forma ou outra em todos esses lugares. Mas, na Asia a historia seria totalmente diferente. Eu nao tinha nem ideia de como seria. Obviamente, eu nao pareceria com nenhuma pessoa local, e a lingua com certeza seria um dos obstaculos mas dificeis.

Vietnam – ali eu estava. Eu sinceramente nunca pensei em visitar o Vietnam ate o Semester at Sea. Tudo que eu realmente sabia era sobre a guerra contra os Estados Unidos, e toda dor que eles passaram. Os soldados Americanos tambem sofreram muito, e o Vietnam ate hoje esta se recuperando.

Eu pensei que veria um pais muito mais pobre. Mas, a cidade de Ho Chi Minh City me surpreendeu. Eu sei que nas areas rurais a historia e totalmente diferente de como se ve na cidade grande, assim como a China, e a maioria dos paises.
Eu tambem nao posso me esquecer do preco das coisas e como tudo e muito mais barato- chega a ser um pouco ridiculo. Enfim, nao estava me queixando.

Meu primeiro dia, andei pela cidade. O que eu achei mais interessante foi o trafego! Eu nao tenho palavras para explicar quantas vezes eu achei que todo o engarrafamento passaria por cima de mim. A quantidade de motos na rua e muito para digerir. Tinha muita gente tambem na rua, e eu nao sabia para onde olhar.
Antes de sairmos do navio, nos aconselharam a: nao andar muito devagar, nao andar muito rapido, e nao parar. Andar normal porque assim eles acham o seu caminho ao redor de nos. E da certo! Nao sei como. Varias vezes fechei os olhos e atravessei, afinal, de olhos abertos da mais ansiedade,e ja que nao podemos parar, so de olhos fechados para continuar andando mesmo.

Eu fui para os Cu Chi tunels, que e uma area imensa de tunels conectados onde os soldados trabalhavam durante a guerra. Os tunels eram como esconderijos e o jeito que eles e moviam sem serem vistos durante o combate. E tambem onde eles passavam comida, armas e etc.

Eu nao me senti feliz estando la. Eu nao sou uma pessoa que gosta de guerra e coisas do tipo, essas emocoes nao me fazem bem. Mas faz parte da realidade e da historia, e algo que eu precisava ver. Vietnamitas sao pessoas boas e nos trataram bem, mas eu consegui ver a dor nos olhos deles, principalmente em lugares historicos que nem esses, onde tantos cidadas morreram em combate.

Eu entrei em um tunel, e nossa — eu nao conseguia nem respirar. O guia na minha frente era tao pequenino, e se movia dentro do tunel parecendo um ratinho, e desaparecia na escuridao do tunel. Eu nao conseguia ver um palmo na minha frente, e era dificil para respirar. Eu nao sei como eles sobreviveram durante o combate. Eu senti ansiedade so de pensar em ficar ali dentro por mais tempo.

O guía tambem nos mostrou armadilhas que eles usavam para matar os Americanos, ja que eles nao sabiam lutar no ambiente do Vietnam.

A parte mais interessante para mim, foi quando eu atirei a arma AK-47 (a arma que os soldados Vietnamitas usaram). Novamente, eu nao sou uma pessoa que gosta de historias de guerras, e eu nunca tinha segurado uma arma antes na minha vida. Mesmo assim, foi toda a parte da experiencia.

O moco me deu 5 balas, e ali eu estava segurando uma arma pela primeira vez. Eu tive medo. Eu sei que parece besteira, mas por alguma razao, eu tenho um medo imenso de armas, ate de brincadeira. Mas foi bom ter tido essa experiencia. Me assustou de ter atirado, o som e muito alto. Me chama de besta, de medrosa, de bebe, ou o que seja, mas essas coisas “legais” nao sao a minha cara.

Eu tambem fui para o museu de guerra, que me fez “odiar” os Americanos. Nao os cidadas Americanos, mas o governo que fez isso. Eu sei que aqueles que lutaram pelo seu pais, e ainda estam vivos hoje, ainda tem feridas e sofrem com isso. Mas eu tambem vi a perspectiva da guerra do ponto de vista dos Vietnamitas, que ate hoje nao sao os mesmo, como disse o guia.

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